19 de agosto de 2010

Fui à 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo


Neste último sábado, fui à 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Não costumo perder nenhuma, a não ser em caso bem extremo.

Estava muito frio e cheio de pessoas, até mais que na última Bienal (2008). O legal é que quando cheguei na estação de metrô Tietê, havia ônibus da Bienal que levavam e traziam do evento; o problema é que a fila estava muiiiiito grande, maior que a de 2008.


Pretendo descrever o meu rico passeio através de algumas fotos que tirei do evento. Confesso que, no início, queria saber quais as editoras e livros que estavam presentes, para depois ir às compras. Vamos lá?

Cheguei no Anhembi às 11h00 e já tinha muiiiiita gente, também era sábado, né?


A Bienal deste ano prestou uma homenagem a dois ilustres brasileiros feras na literatura: Monteiro Lobato e Clarice Lispector. Vejam as fotos dos estandes deles.

Monteiro Lobato.

Clarice Lispector.
Na Bienal, sempre tem algo curioso. O que me chamou a atenção foi o Livro Vermelho, de C. G. Jung. Ele é enorme! Vejam a capa e ele aberto.




Uma novidade foi a presença do E-book, o livro digital. É um mega iPod para você armazenar mais de 2.000 obras literárias, dependendo da quantidade de giga. Vou esperar abaixar o preço para adquirir um.



Meu momento fã. Eu com o Dr. House (Hugh Laurie).


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