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28 de abril de 2010

Grandes pleonasmos que fascinam o mundo

Oi, ao ligar meu computador, no UOL, me deparei com estes quadrinhos humorizando os pleonasmo que nós ouvimos corriqueiramente. Cliquem aqui e vejam de forma ampliada para facilitar a leitura.

13 de abril de 2010

Ambiguidade



Ambiguidade é uma figura de linguagem que ocorre sempre que uma construção sintática apresentar mais de um sentido. Em textos literários, pode funcionar como recurso estilístico, mas noutros casos, constitui um vício de linguagem.

A ambiguidade deve ser evitada, principalmente, quando se tratar de textos didáticos, técnicos e científicos. Vejam alguns exemplos:

Encontrei-a chorando

Neste exemplo, a ambiguidade está em saber quem chorava: ela ou eu?

Conjunções, pronomes e até preposições costumam também causar ambiguidade. Cuidade com pequenas palavras como que, de, se, seu etc., partículas que, às vezes, emprestam sentido obscuro à frase. Observe:

A preocupação social está presente na obra de Aluísio Azevedo, que busca compreender os elementos determinantes da realidade social.

Quem busca compreender os elementos determinantes da realidade social: Aluísio ou sua obra? A ambiguidade produzida pelo pronome que pode ser desfeita pela substituição deste pronome por o qual, a qual, conforme o caso.

Fonte: O livro: manual de preparação e revisão

9 de abril de 2010

Cacofonia e Eco


São dois vícios de linguagem que o revisor deve perceber (e corrigir) no momento da revisão.

A cacofonia é o som desagradável, ou palavra obscena, resultante da junção das sílabas finais de uma palavra com as sílabas iniciais de outra. Observem alguns exemplos de cacofonia:


O eco consiste no emprego de palavras com a mesma terminação ou com o mesmo som final, próximas umas das outras. Funciona como recurso estilístico na poesia, mas deve ser evitado na prosa não ficcional. Exemplo:


O eco nas terminações em –mente. Quando dois ou mais advérbios em –mente modificam a mesma palavra, junta-se a terminação apenas ao último deles:



Fonte: O livro: manual de preparação e revisão

10 de março de 2010

Pleonasmo vicioso

Já nos deparamos muito com a seguinte frase:

Há muito tempo atrás...

Hoje, enquanto estava almoçando, assistia ao noticiário do meio-dia e me deparei com esta frase vinda de um jornalista.

Acontece que este tipo de construção está errado pois há uma repetição desnecessária chamada pleonasmo vicioso.

Este vício de linguagem, como já disse, consiste na repetição desnecessária de um conceito. Observe outros exemplos de pleonasmos viciosos para não errar na língua portuguesa:


By Marcia Moreira

Obs.: No caso do primeiro exemplo ("Há muito tempo atrás..."), quando o verbo "haver" indica tempo passado, não há necessidade de colocar o advérbio "atrás".